
Existem duas coisas que me atraem, música e o sexo oposto.
É minha diversão observar bem essas duas maravilhas, que podem ser tão complexas quanto lindas, quanto simples.
Ontem descuti com o meu Pai a respeito da natureza humana, somos essencialmente competitivos? Ou será que neste sistema que estamos inseridos somos levados a acreditar que nossa natureza é competitiva? Passaria horas escrevendo sobre isso, mas vou focar. Se tratando do sexo oposto, sim, somos absolutamente competitivos.
Como qualquer outro ser do planeta, aves, mamiferos, répteis, peixes, elaboramos formas, expressões, forças físicas, mentais, organizacionais, para chamar a atenção, para ser notado, para ser o tal e ganhar a atenção do sexo oposto. O limite nisso é improvavel de ser definido, vale tudo.
Pela lógica da natureza, o mais forte e adaptado terá maiores chances de deixar descendentes, ou seja, terá uma penca de figuras querendo ser “a escolhida” pelo garanhão. Em termos naturais, o garanhão seria o mais inteligente, forte fisicamente e com bom senso de líderança, para cuidar da família, em regra geral, aquele que possui os melhores genes. Mesmo que para atrair o sexo oposto, ele tenha que carregar um adorno que é desvantajoso para a sua sobrevivência, caso do pavão.
No modo capitalista somos-o-que-temos, a coisa muda de figura e o mais adaptado é quem tem mais zeros na conta, dinheiro não compra felicidade, mas burla e engana a natureza. Tem gente que acha que dinheiro se come.





